Partido Social Democrata de Matosinhos

Blog Oficial da Concelhia Partido Social Democrata de Matosinhos

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Nas últimas horas fomos confrontados com a brutal notícia do falecimento do nosso Companheiro Nelson Cardoso.
Nelson Cardoso aderiu à JSD e ao PSD pouco tempo depois da fundação do nosso Partido.
Foi sempre um Militante activo quer da JSD quer do PSD, sendo por diversas vezes chamado a desempenhar funções dirigentes, a nível concelhio e distrital, da JSD e do PSD.
Actualmente era Vereador na Câmara Municipal de Matosinhos e Tesoureiro da Comissão Política Distrital do PSD do Porto.
A Comissão Política Concelhia do PSD de Matosinhos, interpretando o sentir de todos os militantes, expressa a total solidariedade e o mais profundo pesar a toda a Família enlutada e muito em particular aos seus filhos, e nossos Companheiros, André e Pedro Cardoso.
Informamos todos os Militantes e simpatizantes do PSD, e os Matosinhenses em geral, que pretendam prestar uma última homenagem ao nosso Companheiro Nelson Cardoso que ele estará na Igreja da Senhora da Hora, a partir das 19 horas de amanhã, sexta-feira, dia 21, e que o funeral se realizará no sábado, dia 22, pelas 9 horas e 30 minutos, com Missa de Corpo Presente, na Igreja da Senhora da Hora, seguindo depois para o cemitério de Custóias.

Matosinhos, 20 de Janeiro de 2011

A Comissão Política Concelhia do PSD de Matosinhos

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

A falta de vergonha do PS de Custóias

Na última Assembleia de Freguesia de Custóias, realizada no final de Dezembro, o PSD, pela mão de Adriano Monteiro, apresentou duas propostas:


Uma, para que a Junta pressione a Câmara Municipal de Matosinhos para que mantenha algumas cantinas de escolas em funcionamento durante os fins-de-semana, única forma de garantir, a muitas crianças, uma refeição mínima por dia. É que a crise está mesmo aí. O desemprego aumenta a níveis nunca vistos; os apoios sociais diminuem e nalguns casos desaparecem mesmo; falta o dinheiro para pagar o empréstimo da casa, a renda da casa, dinheiro para comer. Há fome e, infelizmente, vai haver cada vez mais durante 2011.

Por isso a proposta do PSD para garantir que, pelo menos uma vez por dia, as crianças de Custóias, e do resto do concelho de Matosinhos, tenham acesso a uma refeição digna por dia.

Esta proposta foi apresentada pelo PSD em Custóias e em várias outras Freguesias. Por exemplo, em S. Mamede Infesta, onde foi aprovada por unanimidade, ou em Matosinhos, onde foi também aprovada. Foi também apresentada na Assembleia Municipal de Matosinhos, onde mereceu a concordância generalizada de todas as forças políticas.

Esta solução está já a ser seguida em vários concelhos do País.

Pois bem, em Custóias, o PS é diferente dos outros PSs. Para o PS de Custóias que importa que crianças da nossa Freguesia não tenham de comer? Que importa que haja pobreza? Em vez de dar de comer às crianças com fome, o PS de Custóias prefere meter a cabeça na areia. E dizem-se socialistas! E dizem-se de esquerda! e falam de solidariedade! É preciso ter lata!



Na outra proposta, o PSD, antevendo o que todos dão como certo e inevitável, isto é, o aumento da crise, com cada vez mais pessoas a sofrerem com os desvarios que trouxeram Portugal até á situação, em que a miséria vai bater à porta de muitos dos nossos concidadãos, o PSD, antevendo que esta situação vai ser cada mais grave, tocando a cada vez mais Portugueses e exigindo cada vez mais meios para os auxiliar, o PSD pela mão de Adriano Monteiro, propôs que fosse reforçado um fundo adicional de socorro para auxilio a pessoas carenciadas durante o ano de 2011. Que fez o PS, que se diz socialista, que passa a vida a falar de solidariedade, que é o principal responsável pela crise em que colocou o País, o PS de Custóias, ao contrário do PS de S. Mamede Infesta, ou do PS na Assembleia Municipal, o PS de Custóias não deixou aprovar esta proposta. Será que pensam que por não se falar da crise ela vai embora? Será que não têm vergonha pelo que fizeram ao País? Será que a arrogância do PS, que os levou a criar o problema, isto é, a crise, os obriga a não quererem fazer parte da solução? Tenham vergonha. E juízo"

O IVA e as Taxas de entrada nas Piscinas Municipais de Matosinhos

Mensagem enviada pelo Dr. Sérgio Aguiar aos autarcas do PSD de Leça do Balio:

Caros Amigos.

Falar de política corresponde, muitas das vezes, a levantar véus sobre irracionalidades, incompetências e má fé que, por nauseantes, procuro cada vez mais manter afastadas de tudo o que ainda teimo em procurar de digno e nobre neste nosso pobre país.
Mas jamais deixarei de clamar contra elas pois é esse o meu dever de cidadão e, sobretudo, da consciência que como tal preservo e de que sempre me procurarei orgulhar.
Assim, vamos então ao assunto que me leva a recorrer à vossa capacidade de intervenção que, qpesar de tudo, sei ser bem menor do que a que seguramente seria muito mais útil ao nosso concelho:
As piscinas municipais são - pelo que me é dado observar e pela muito espaçada utilização que delas faço - frequentadas em grande parte e sobretudo a determinadas horas do seu funcionamento , por pessoas de uma faixa etária elevada que, não raro por aconselhamento médico, aí procuram minimizar padecimentos e limitações muito comuns em idades mais avançadas.
Mas mesmo que assim não fosse, a frequência das piscinas em toda e qualquer idade deveria, a meu ver, ser implementada, estimulada, apoiada e incentivada pelo próprio governo e autarquias como importante contributo que é para a construção de uma sociedade mais sã , mais distantes dos serviços de saúde públicos e, por isso mesmo,até, menos onerosa para o erário público.
Não pensar assim parece-me próprio de visões reduzidas, tacanhas, impróprias de quem em dado momento talvez já esquecido se disse "altamente preocupado" com o bem estar dos cidadãos e da sociedade em geral.
Mas pelos vistos há quem não pense. E daí o actual aumento do IVA das entradas na piscina de Leça do Balio (e das outras, certamente) de 6% para 23%.
Não vou repetir as adjectivações que já atribui a tal medida e a seus mentores.
Como autarcas, apenas peço a vossa atênção para mais este acto de irracionalidade certo de que pelo menos uma voz se não há-de calar perante ele.
O meu grande abraço.
Sérgio Aguiar

PS: Não sou frequentador da piscina.

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Dr. Luis Marques Mendes fala de Matosinhos... video a partir do minuto 24 ... Clique abaixo

Comentário do Dr. Luis Marques Mendes na TVI24 sobre Matosinhos a partir do minuto 24.
Comentário negativo a Guilherme Pinto acerca da opção da compra dos estádios do Leixões SC e do Leça FC, valorizando a iniciativa do PSD de Matosinhos em querer que seja a população de Matosinhos a decidir SIM ou NÃO da compra através de um referendo local.
Clique aqui para ver o video

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

PSD de Matosinhos está contra a municipalização dos estádios do Leixões e do Leça

Noticia Jornal Publico de 17/12/2010

"PSD de Matosinhos está contra a municipalização dos estádios do Leixões e do Leça"

 17.12.2010 - 08:52 Por Aníbal Rodrigues

"O PSD de Matosinhos sublinhou ontem, em conferência de imprensa, que “está contra a compra” dos estádios do Leixões e do Leça por parte da Câmara de Matosinhos, juntando-se assim ao vereador da oposição Narciso Miranda, que desde sempre se manifestou contra esta aquisição.

No encontro com os jornalistas, os social-democratas apresentaram também uma proposta de referendo sobre a intenção manifestada há cerca de um mês pelo presidente da Câmara de Matosinhos, Guilherme Pinto, de municipalizar os estádios do Leixões e do Leça, clubes em dificuldades económicas.

Pedro da Vinha Costa, presidente do PSD/Matosinhos, explicou que teve o apoio dos colegas de partido e especialistas em direito constitucional, Paulo Mota Pinto e Luís Marques Guedes, na elaboração da proposta de referendo. Isto porque existem vários exemplos de tentativas de realização de referendos locais chumbadas pelo Tribunal Constitucional, situação que o PSD quer evitar. Segundo Pedro da Vinha Costa, o partido elaborou inclusive uma pergunta para figurar no referendo, mas não a quis revelar já, sem antes apresentar o projecto de referendo aos partidos representados na Assembleia Municipal de Matosinhos.

Caso este órgão se mostre contra a realização do referendo, Pedro da Vinha Costa garantiu que o PSD avançará de imediato para a recolha das cinco mil assinaturas necessárias para levá-lo a cabo. No entanto, conforme salvaguardou, obter as assinaturas poderá não garantir ainda a realização do referendo, uma vez que este necessita de ser apreciado e votado pela Assembleia Municipal de Matosinhos, que o poderá chumbar.

Já se o referendo se concretizar, Pedro da Vinha Costa antecipou que o PSD irá respeitar uma eventual pronunciação dos matosinhenses a favor da municipalização dos estádios. “O PSD respeitará a posição dos matosinhenses sem deixar de ter a sua opinião. O que se deve evitar é tomar decisões contra a vontade do povo”, explicou Pedro da Vinha Costa.

O dirigente social-democrata enumerou várias razões para estar contra a compra dos estádios do Leça e do Leixões por parte da câmara, nomeadamente os custos que a mesma acarretará num clima de crise. Entre várias outras razões, Pedro da Vinha Costa perguntou também se “está a Câmara de Matosinhos em condições de garantir que esta sua decisão (?) nada tem a ver com o facto de o presidente da direcção do Leixões S.C. ser o Dr. Dias da Fonseca, ex-autarca da Câmara Municipal de Matosinhos e destacado militante do PS e de o Presidente da SAD do Leixões F. C. ser o pai do Dr. Nuno Oliveira, actual Vice-Presidente da Câmara?”

Noutro momento da conferência de imprensa, Pedro da Vinha Costa referiu-se, ainda que indirectamente a Guilherme Aguiar, ex-vereador da Câmara de Gaia e actual vereador do Desporto na Câmara de Matosinhos. Recorde-se que o PSD de Matosinhos retirou a confiança política a Guilherme Aguiar por este ter celebrado uma aliança com o PS no executivo que permite formar uma maioria.

“É verdade, ou não, que a Matosinhos Sport se tem vindo a financiar através de contratos leasing, nomeadamente para a construção de campos de relva sintética constituindo, dessa forma, elevados encargos para o futuro do Município?”, perguntou Pedro da Vinha Costa que, de seguida, formulou outra questão: “É verdade, ou não, que tais financiamentos têm sido negociados através de uma dependência de Vila Nova de Gaia do Banco Santander? Se assim é, porquê? Qual a razão para a Câmara de Matosinhos negociar financiamentos com agências bancárias de outros concelhos, mais concretamente de Vila Nova de Gaia?”"

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quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

PSD contra a compra dos estádios pela Câmara de Matosinhos

O PSD de Matosinhos está contra a compra daqueles estádios pela Câmara Municipal de Matosinhos pelas seguintes razões:


a) Os valores de que se fala, umas vezes 3 milhões outras 7,5 milhões de euros, constituem, em qualquer caso, uma despesa elevadíssima para uma autarquia já muito endividada.

b) Acresce que o momento de crise que se vive, já hoje, e o que se anuncia para os tempos vindouros, aconselham a que a Câmara de Matosinhos se prepare para mobilizar o máximo de recursos possível para apoiar empresas e pessoas que a crise atirou, e atirará crescentemente, para situações de carência e de necessidade.

c) Sendo certa a importância do desporto e do fenómeno desportivo na vida dos nossos dias, é igualmente certo que não é justo que sejam os contribuintes, pessoas singulares e empresas, a pagar pelos desvarios de dirigentes desportivos que conduzem os clubes ao abismo certos de poderem, sempre, recorrer, através da Câmara, aos dinheiros dos Matosinhenses para pagar os seus erros de gestão, quantas vezes danosa.

d) Não se compreende, aliás que a Câmara de Matosinhos se recuse a baixar a parte do IRS que constitui receita do Município, libertando recursos para as pessoas que tanto deles carecem, ou a reduzir a Derrama que incide sobre as empresas, que tanto necessitam de recursos para investir e criar riqueza e emprego, quando se dispõem a pagar por dois estádios de futebol mais do que espera arrecadar com aquelas receitas obtidas à custa dos contribuintes matosinhenses.

e) Nada se diz quanto ao que sucederá após a aquisição dos estádios. Quem os vai gerir, a Câmara que os compra, ou os clubes? Quem fica responsável pela sua manutenção? Quanto custa essa manutenção?

f) Está a Câmara de Matosinhos em condições de garantir que nenhuma parcela dos terrenos que constituem aqueles estádios será susceptível de ser objecto de especulação imobiliária?

g) Está a Câmara de Matosinhos na disposição de ter idêntica atitude em relação aos demais campos de futebol, pertencentes a outros clubes do concelho?

h) Está a Câmara de Matosinhos na disposição de explicar porque vende o Parque de Campismo de Angeiras, com o argumento de que não está vocacionada para a gestão daquele tipo de equipamentos, no mesmo momento em que decide comprar dois estádios de futebol? Não estando vocacionada para a gestão de parques de campismo está, contudo, vocacionada para a gestão de campos de futebol? Ou será que a venda do Parque de Campismo de Angeiras, por cerca de 5 milhões de euros, é a forma de financiamento encontrada para a compra dos estádios?

i) Está a Câmara de Matosinhos em condições de garantir que esta sua decisão (?) nada tem a ver com o facto de o Presidente da Direcção do Leixões S.C. ser o Dr. Dias da Fonseca, ex-Autarca da Câmara Municipal de Matosinhos e destacado militante do PS e de o Presidente da SAD do Leixões F. C. ser o pai do Dr. Nuno Oliveira, actual Vice-Presidente da Câmara?

j) Quem pode garantir que ao Leixões S.C. não vai suceder o mesmo que aconteceu a outros clubes aqui de bem perto, como o Sport Comércio e Salgueiros?

Por tudo quanto atrás se disse o PSD de Matosinhos manifesta-se contra a hipótese de aquisição, pela Câmara Municipal, dos estádios de futebol do Leixões S.C. e do Leça F.C.