Partido Social Democrata de Matosinhos

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quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Noticia Jornal Publico de 14 de Setembro de 2010

Paulo Rangel vai questionar Bruxelas sobre estilha a céu aberto no Porto de Leixões
14.09.2010
Lusa
O deputado europeu Paulo Rangel disse ontem em Matosinhos que irá questionar a Comissão Europeia sobre a “sustentabilidade ambiental” da estilha a céu aberto no Porto de Leixões.
“Juntamente com a eurodeputada Maria da Graça Carvalho e o eurodeputado José Manuel Fernandes vou fazer uma pergunta à Comissão Europeia sobre a sustentabilidade ambiental desta situação”, afirmou o eurodeputado durante um encontro em Matosinhos para denunciar o problema da estilha (pequenas partículas de madeira) armazenada a céu aberto no Porto de Leixões.

Rangel afirmou que a situação “insustentável” é uma “clara violação da legislação europeia” e que causa prejuízo “ao ambiente, do ponto de vista da qualidade do ar” sendo ainda uma “questão saúde pública”. “O levantamento de partículas tem efeitos muito nocivos na saúde pública”, frisou.

O eurodeputado adiantou ainda que irá também interpelar a APDL (Administração dos Portos do Douro e Leixões) e a autarquia que “tem especiais responsabilidades” pois deveria “servir de provedor dos cidadãos” ao ter “pleno conhecimento da situação”.

“Vamos pôr este assunto na agenda política local e na agenda política nacional” e “interpelar autoridades para saber o que se está a fazer”, referiu.

O eurodeputado acrescentou que “há quase dez anos que esta é uma luta dos cidadãos de Matosinhos sem qualquer resposta aceitável por parte da APDL” e que “não há em mais nenhuma cidade da Europa, que se preze, uma situação destas”.

Presente esteve também a deputada Luísa Roseira que irá por seu turno questionar esta semana a ministra do Ambiente “sobre o porquê da situação no Porto de Leixões”. “É inconcebível que um município com uma proximidade tão grande ao Governo socialista não tenha até ao momento colocado na agenda e nas prioridades da luta o fim desta situação”, sublinhou a parlamentar social-democrata.

A deputada contou ter sido solicitada uma reunião com a APDL que esteve agendada mas acabou adiada por “indisponibilidade de agenda”. “Continuamos a esperar uma reunião”, disse.

Fonte oficial da APDL, contactada pela Lusa, não quis fazer qualquer comentário e apenas admitiu que está agendada uma visita do PSD para 27 de Setembro.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Artigo Opinião de Fernando Pereira - Membro da CPS do PSD Matosinhos


O Verão de 2010 teve todas as características do que se convencionou chamar silly season, no que à política portuguesa diz respeito.


Discussões estéreis em torno da aprovação ou não de um Orçamento de Estado que é fundamental para o futuro do país, tentativas desesperadas do Governo para utilizar tudo o que fosse possível para distrair os portugueses dos erros e incapacidades da governação do PS, o folhetim Carlos Queiros, a sentença do julgamento do caso da Casa Pia e tantos outros.


E agora, que supostamente se regressa à vida normal? O que ficou de substantivo para o país?


Fundamentalmente, 3 problemas:


1.       Qual será a altura ideal para novas eleições? Deve o PSD forçar a saída do Governo mais incompetente das últimas décadas ou deixar que os péssimos resultados que aí vêm facilitem essa tarefa?


2.       Há ou não condições para que os portugueses aceitem uma redução séria e significativa da intervenção pública na Sociedade e na Economia?


3.       Qual o nível de sacrifício que ainda vai ser pedido aos portugueses? E qual o limite desses sacrifícios?


A resposta a estas questões terá de ser dada nos próximos meses, e sendo certo que o PS vem demonstrando que não vai ser capaz de dar as respostas correctas, o PSD tem ainda muito trabalho pela frente, nomeadamente começando por dentro, isto é, por ser capaz de consciencializar os seus próprios militantes de que os tempos de dificuldades se vão prolongar e que quando o PSD chegar novamente o poder, e vai chegar mais cedo ou mais tarde, terá sempre de ter a lucidez e coragem de perceber que vai ter de gerir muito mais as dificuldades e as “más noticias” do que oferecer desejos e sonhos de melhorias que não serão possíveis.








Fernando Miguel Pereira


Membro da Comissão Politica de Secção do PSD de Matosinhos

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Comunicado da Comissão Politica Concelhia do PSD de Matosinhos


A Comissão Politica Concelhia do PSD de Matosinhos lamenta o comportamento da Câmara Municipal e do seu Presidente, Dr. Guilherme Pinto, que mais uma vez confunde a esfera camarária com os interesses do Partido Socialista.
Na verdade, só pela confusão entre o que pertence à esfera do interesse público e o que se inclui na esfera dos interesses do Partido se pode explicar que um jardim que se encontra encerrado ao público, ainda por “estrear”, tenha sido aberto para a realização do comício do PS no passado sábado.
Não esta em causa o direito do PS a fazer os comícios que muito bem entenda. Esta, isso sim, em causa a existência, ou não, de um mínimo de decoro.
Foi essa falta de decoro que motivou a indignação de um conjunto de moradores que, tendo pago a construção de um espaço ajardinado, de que ainda não puderam usufruir por se encontrar fechado, são confrontados com a abertura “apressada “ desse espaço para que nesse local se realize um comício do PS.
Não contente com esta desfaçatez, o Dr. Guilherme Pinto, tem a distinta lata, de vir dizer que a audiência que havia marcado com representantes desses moradores poderá não se realizar por estes terem mostrado a sua indignação perante este tipo de comportamentos da Câmara Municipal de Matosinhos e do PS.
Para o Dr. Guilherme Pinto longe vão os tempos do “ direito a indignação “ tão propalado e defendido pelo Dr. Mário Soares.
Para o Dr. Guilherme Pinto, quem ousar discordar e criticar o PS pode ficar com as portas da Câmara fechadas.
Para o Dr. Guilherme Pinto quem não disser ámen com o PS fica de castigo.
O Dr. Guilherme Pinto mostra, desta forma, que não tem estatura politica para ser Presidente da Câmara Municipal de Matosinhos, uma vez que apenas se consegue portar como um ditadorzeco de meia tigela.
Caiu a mascara ao Dr. Guilherme Pinto e ao PS.

Matosinhos, 6 de Setembro de 2010

A Comissão Politica Concelhia do PSD de Matosinhos

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

O PSD de Matosinhos apresenta propostas de apoio ao comércio tradicional

O PSD de Matosinhos realizou hoje uma conferência de imprensa em que apresentou um conjunto de propostas de apoio ao comércio tradicional, nomeadamente de reabilitação urbana das zonas de comércio tradicional, de criação de espaços de estacionamento gratuito nas zonas de comércio tradicional, de reforço efectivo do policiamento daquelas zonas, de criação de incentivos para a modernização dos estabelecimentos e de programas de animação das zonas de comércio tradicional.
Ao mesmo tempo o PSD de Matosinhos tornou pública  a sua posição de apoio à possibilidade de abertura das grandes superfícies comerciais aos domingos e feriados tendo desafiado o Presidente da Câmara Municipal de Matosinhos  a tornar pública a sua posição sobre aquele assunto e a deixar de lavra as mãos como Pilatos.
O DR. Guilherme Pinto diz que a Junta Metropolitana deveria tomar posição sobre este assunto, o problema é que, como o PSD disse há vários meses atrás, Matosinhos perdeu peso político no seio da Área Metropolitana porque nem os autarcas socialistas reconhecem ao Dr, Guilherme Pinto a credibilidade necessária para ser Vice-Presidente da AMP.

A Comissão Política do PSD de Matosinhos




domingo, 15 de agosto de 2010

E Agora Senhora Vereadora?

E agora Senhora Vereadora? Afinal quem é que conhece Matosinhos?
Já viu as asneiras que disse?
Tem consciência da figurinha que fez? Triste, porque mentiu e foi apanhada a mentir. Lamentável, porque parece andar a brincar com a vida das pessoas e a segurança dos bens. Ridícula porque anda a desbaratar recursos públicos, por exemplo no seu ordenado sem fazer aquilo que tem obrigação de fazer.
Mostre lá que tem alguma vergonha e comece por pedir desculpa
Se não a deixam fazer o que é preciso, denuncie os obstáculos.
Se não é capaz de fazer o que tem de ser feito, demita.-se e vá procurar emprego. Pode ser que arranje qualquer coisa em que pelo menos não ponha vidas em perigo.

Pedro da Vinha Costa

Segue abaixo a noticia publicada no Diário Digital

"Matosinhos: Câmara rejeita acusações sobre bocas de incêndio

A vereadora do Ambiente da Câmara de Matosinhos, Joana Felício, rejeitou hoje as “acusações falsas” do presidente da concelhia do PSD sobre as bocas de incêndio, considerando que se trata de “uma pessoa à procura de protagonismo na silly season”.
“Não pago para circos políticos, estou aqui para servir os cidadãos. Conheço um desenho animado que tem uma personagem que se põe em bicos de pés a dizer «escolhe-me a mim». O Pedro da Vinha Costa faz-me lembrar essa personagem”, afirmou a vereadora socialista, em declarações à Lusa.
Joana Felício reagia, assim, às acusações do responsável do PSD/Matosinhos, Pedro da Vinha Costa, que esta manhã acusou a autarquia local de “grave inépcia” e “estupidez”, por manter “uma boa parte” das bocas de incêndio do concelho fechadas.
Rejeitando as acusações, a vereadora refere que Vinha Costa “demonstra um enorme desconhecimento do que se passa no concelho e do que aconteceu na sexta feira no incêndio na Senhora da Hora”.
A autarca refere que a boca de incêndio que estava desativada no incêndio da semana passada estava “em frente a um prédio cuja construção foi recentemente concluída e que, portanto, ainda não estava sequer rececionada”. Quanto aos outros incêndios a que Vinha Costa se referiu, em Lavra, Joana Felício alerta que se tratam de “áreas agrícolas, onde não existem bocas de incêndio”.
Em conferência de imprensa, o responsável do PSD/Matosinhos relatou que “os bombeiros chegam, encontram as bocas de incêndio fechadas e têm de ficar a espera da Câmara ou da empresa concessionária da água para abrir essas bocas de incêndio”, considerando a situação “perigosíssima, porque um segundo pode representar a perda de vidas humanas e a perda de bens”.
O social democrata diz que a situação aconteceu na sexta feira, no incêndio junto ao Centro Comercial Londres, na Senhora da Hora, e “noutros incêndios do concelho”.
Sem conseguir quantificar quantas bocas de incêndio estão fechadas, Pedro da Vinha Costa alerta que a questão é que “deviam estar todas abertas”.
“A Câmara tem a obrigação de garantir este abastecimento de água. Trata-se de uma situação de grave inépcia por parte da autarquia”, observou.
O problema não se deve a falta de água, mas, diz o responsável do PSD, a “incompetência e estupidez”.
“É absurdo, é criminoso que uma coisa destas aconteça. A bocas de incêndio existem para permitir o combate aos incêndios. Estão fechadas e não é por falta de água… é por incompetência, por estupidez de quem tem de garantir as condições mínimas de segurança à população e de garantir condições de combate aos incêndios”, frisou.
Diário Digital / Lusa   "